A epígrafe

19/01/2010

Foram as poucas linhas daquela carta de recusa que fizeram Lúcio Nareba, lenda da blogosfera literária nacional, perder a cabeça. Não fosse o veneno destilado – gratuitamente, gratuitamente! – pela famosa editora Bia Escarpin, o adorável Nareba estaria entre nós até hoje, esvaziando dois engradados e meio de cerveja por dia às custas de seus admiradores mais jovens, fumando pelos ouvidos, coçando a bunda agressivamente como lhe parecia apropriado aos gênios irascíveis e rabiscando nanocontos em guardanapos com nódoas de azeite. Mas aquela carta de recusa…

Prezado Nareba,

Abri seu manuscrito com grande interesse e, já na primeira página, fui ao delírio com a epígrafe. Genial mesmo, parabéns. Infelizmente, não consegui passar da epígrafe, motivo pelo qual sou obrigada a recusar a publicação de “Sou phodão & outras modéstias”. Como sinal de boa vontade, uma crítica construtiva: a epígrafe é genial mas precisa ser aprimorada. Os versos “Astros! noite! tempestades!/ Rolai das imensidades!/ Varrei os mares, tufão!…” são do Castro Alves e não do Chacal.

Isso posto, não desista jamais. Ou desista, phoda-se.

Bia Escarpin

Gratuito, não? Mais que gratuito, humilhante. Típico dessa alta burguesia editorial insensível e decadente que aí está. Mesmo assim, o plano de estrangular Bia Escarpin não teria ido longe se, ao sair do botequim certa madrugada, um cigarro fumegando em cada ouvido e dois engradados e meio de cerveja no sangue, Nareba, numa dessas coincidências incríveis que a literatura aprecia, não tivesse topado com a famosa editora no calçadão do Leblon. Piscou para espantar a aparição, mas o fantasma continuou lá. Sozinha, veias saltadas na testa, Bia parecia nervosa, escarpin tiquetaqueando de um lado para o outro nas pedras portuguesas, celular no ouvido, echarpe de seda ao vento.

Enquanto estrangulava Bia Escarpin com a echarpe, ele pensou naquele personagem de Tolstoi que mata a velhinha – como era mesmo o nome dele, Nabokov? Foi quando se decidiu por uma epígrafe em russo para o seu próximo livro, atualmente em produção, chamado “Meu companheiro de cela é phodão & outras delícias”. Tinha que ser em russo, talvez alguma coisa do Ibsen. Um abaixo-assinado pela imediata libertação de Lúcio Nareba rola na internet.

O famoso Lúcio Nareba volta a dar as caras por aqui para lembrar que “Sobrescritos”, o livro, sai pela Arquipélago Editorial no início de março.

46 Comments

  • Frederico 19/01/2010 at 23:56

    No livro Crime e Castigo do escritor russo Fiódor Dostoiévski, o personagem principal planeja, em meio a uma luta consigo, a morte de uma velha agiota e, finalmente, cumpre-o.

    • Sérgio Rodrigues 20/01/2010 at 00:09

      Frederico, uma dúvida sincera: você não entendeu que Nareba é uma besta ou fui eu que não entendi seu comentário?

    • Frederico 20/01/2010 at 06:42

      Sérgio Rodrigues, entendi a pouca cultura do Nareba. Achei legal trazer à tona dados do livro Crime e Castigo. E gostei muito da pequena crônica. É claro que um texto como um quadro traz diversos significados conforme a experiência do leitor ou do admirador do obra. Compreendo que ela traz para a cena o desejo humano de querer ser alguém muito importante, de querer ser o centro das atenções, de ganhar prêmios. etc. Contudo, o homem é um completo ignorante a respeito do que há entre o céu e a terra. Ele pode conhecer fragmentos de verdades, mas não o suficiente para desvendar o mundo. E tudo o que o homem conhece não é o bastante para responder perguntas que cruzaram milênios, tais como “de onde viemos”, “para onde iremos”, “há vida inteligente em outras constelações”, etc. Somos todos ignorantes, flutuando no espaço que pode ser infinito ou finito. Ninguém sabe. A crônica também apresenta a personagem arrogante que por conhecer algumas coisas, que NÃO responde as grandes perguntas humanidade, se acha superior. Você é o autor?

    • Sérgio Rodrigues 20/01/2010 at 08:47

      Obrigado por sanar minha dúvida. Um abraço.

    • cely 20/01/2010 at 11:40

      Frederico,eu entendi bem o que voce falou.Voce devia ter grifado EM MEIO A UMA LUTA CONSIGO.Este é o tormento do que tem problemas mentais.Eles tem na cabeça um vulcão de emoções densas e contraditórias prestes a explodir e mesmo que muitas vezes pareçam tão normais,são capazes de atitudes tais e depois assumirem um comportamento aparentemente igual a de qualquer pessoa “sadia”.O asterisco é porque eu realmente não sei o quanto somos sadios…

  • JH 20/01/2010 at 03:36

    Você mencionou Leblon, mas Vila Madalena poderia oferecer todo o décor , e com mais vantagens, para a sua narrativa!

  • Daniel Brazil 20/01/2010 at 06:53

    Ha ha, o Frederico não consegue responder as grandes perguntas da humanidade (perdoável!) e nem a pequena pergunta do Sérgio. Que embromação (imperdoável!).
    Lição de casa: voltar a ler sobre “sarcasmo” e “ponto de ironia”.

    • Frederico 20/01/2010 at 07:47

      Daniel Brazil, mesmo um gênio como você e Einstein são incapazes de responder ou de entender TUDO no mundo. Assuma a sua ignorância e limitação humana. Somente os arrogantes e fanáticos sabem TUDO do mundo e sabem todas as respostas. Os verdadeiros sábios deste planetinha dizem assim “Só sei que nada sei”. Tem mais: recitar dados referentes a autores e parágrafos não tornam ninguém mais inteligente. Para tanto, basta pedir a um papagaio para recitá-los. Você consegue entender isso?

    • Rafael 20/01/2010 at 08:32

      Convenhamos: esse tipo de afirmativa (ninguém é capaz de saber tudo) é o consolo dos ignorantes.

    • Frederico 20/01/2010 at 08:57

      É verdade, Rafael. Um ignorante como Sócrates (não o jogador de futebol), que por admitido o limite humano, cruzaram séculos seus ensinamentos. Eu admito que não conheço um milésimo do que o mundo conheceu, conhece ou virá a conhecer. Sou ignorante. O máximo que sei é recitar algumas datas comemorativas, dizer algumas frases prontas e articular algum pensamento próprio, com algumas falhas. Sou limitado. Quisera eu poder ser como alguns deste blog, ser uma sumidade genial que só sabe que tudo sabe.

    • Rafael 20/01/2010 at 09:19

      Fred,
      Como hoje acordei com o espírito benevolente, vou-lhe dar um conselho: leia, estude, medite e depois releia o conto “A Teoria do Medalhão” do Machado de Assis. Faça isso todos os dias, religiosamente, até que se torne um hábito. Quando (ah, se esse dia chegar…) você finalmente conseguir entender as entrelinhas, quando finalmente você conseguir visualizar as sutilezas, quando finalmente você estiver em condições de bater a palma aberta no peito, dizendo, orgulhosamente, “eureka, compreendi!” — neste dia iluminado, volte para esta mesma caixa de comentários e releia, com espírito crítico, tudo aquilo que você escreveu.
      Abraço.

    • Frederico 20/01/2010 at 10:48

      Rafael, quando eu acabar de ler esse livro mil vezes vou me tornar uma sumidade igual a você? Se for, não quero. Prefiro sumir.

  • Robertão 20/01/2010 at 09:03

    Pô, Sérgio, prenderam o Nereba! Eu quero tabem quero entrar nesse abaixo-assinado aí. foi ovento que apertu aecharpe

  • Silvio Barreto de Almeida Castro 20/01/2010 at 10:06

    Soberba é para o Gerald Thomas, que Graças ao Bom Deus, acho que se mancou e deu um tempo naquelas peças intermináveis…

  • joão sebastião bastos 20/01/2010 at 11:04

    Espero que o Nareba tenha tido o bom senso de colocar o cadáver sentado, no banco traseiro de um SUV importado,vidro aberto e uma extemidade da echarpe enrolada num dos pneus, para simular um acidente, a la Isadora Duncan.Naturalmente, com o manuscrito no colo, pra fazer merchand ás custas da jararaca.

  • joão sebastião bastos 20/01/2010 at 11:06

    Depois de trinta louras no juízo, pouco importa se Ibsen é noruegues ou russo.

  • Rodrigo 20/01/2010 at 11:08

    Excelente!

    Os contos estão saindo afiadíssimos.

    Sérgio, você é phodão!

  • joão sebastião bastos 20/01/2010 at 11:21

    Desculpem o erro palmar: por favor, leia-se cinquenta e quatro louras no post das11:06 hs,ao invés de trinta.

  • cely 20/01/2010 at 11:28

    Sérgio gostei muito do texto…de verdade,veja que eu não usei o ponto do sarcasmo rsrsrs.Que tal para o próximo voce escreve sobre “A Guerra dos Internautas”?Eu fico pensando…tudo bem,seu texto é mais pra humorístico,mas quantos dramas acontecem por que tem malucos por aí…Sem serem comprendidos,sem receberem atenção especial
    e principalmente sem se aceitarem limitados e falhosUma vez ouvi um sábio dizer que a atitude mais sábia que pode haver é conseguir ouvir coisas inexatas e ter a grandeza de não querer interferir mostrando que ninguém precisa saber que voce sabe, SABER já é o premio!

    • Rafael 20/01/2010 at 12:06

      Cely, na língua portuguesa existe um substantivo — filisteu —- cujo significado eu poderia expor para você. Mas vou seguir o conselho do seu amigo sábio e ter a grandeza de reservar esse conhecimento apenas para mim. E não é que me sinto inefavelmente premiado?

    • cely 20/01/2010 at 15:11

      Rafael,vamos falar sério.Sem ironias e sem pontos de sarcasmo!Porque um Blog tão inteligente como o do Sérgio,que poderia provocar uma troca tão grande de informações úteis, que deveria ser o ponto de encontro de pessoas sedentas de mais cultura, dispostas a relacionar-se com outras pessoas nas mesmas condições,deve ser palco de desavenças?Tenho certeza que tenho idade para ser sua mãe!O que é que me faz perder a linha deste jeito?
      Ofendê-lo num dia, ser ofendida no outro…
      “Bandeira branca amor, não posso mais.(em consideração ao ótimo Todo Prosa).eu peço paz”.

    • Rafael 20/01/2010 at 16:42

      Cely, falando sério e sem ironias.
      Eu nada tenho de pessoal contra você; nunca me senti ofendido por nenhuma manifestação sua e nunca (acredite!) tive a intenção de ofendê-la.
      Apenas tenho uma dificuldade enorme para entender essa sensibilidade toda a qualquer crítica ou corrreção que faço àquilo que enxergo como errado. Não tenho a pretensão de ser o dono da verdade, mas alguma coisa estudei e alguma coisa aprendi. Por isso, naquilo que considero equivocado, interfiro e corrijo. Aliás, já fui corrigido por muitos aqui, inclusive pelo dono do blog, e quando vi que estava errado fiz essa coisa abominável, que é reconhecer o erro e baixar as orelhas.
      Outra coisa: acredito piamente que a ironia, a verve e o sarcasmo são recursos expressivos muito úteis, que devem ser utilizados com fartura. É uma idiotice ofender-se com a ironia.
      Aliás, já deixou claro que discordo desse seu amigo “sábio”: calar-se diante dos equívocos alheios é uma covardia; pior, quem se cala diante da tolice torna-se cúmplice dela. O conhecimento é para ser generosamente compartilhado; quem o sonega é avarento, sovina, egoísta.

    • Frederico 20/01/2010 at 18:39

      Cely, há uma categoria de pessoas que têm por função social somente criticar e corrigir outras pessoas. Elas se sentem o máximo por terem decorados alguns dados da história ou da literatura. Por carregarem alguns livros debaixo do braço ou por terem decorado a estante com livros grossos, se sentem sumidades. Por possuírem diploma se sentem superiores a quem não o tem. Essas pessoas são infelizes e tristes, e para diminuir a solidão, elas precisam se fazer notar de alguma forma, por isso fazem questão de exibir e ostentar erudição em qualquer lugar para diminuir pessoas. Note que essas pessoas apenas criticam outras. Elas não se satisfazem em expor seu pensamento. Elas se sentem felizes em diminuir pessoas. Essas pessoas se sentem o máximo quando conseguem diminuir alguém. Quando observam que alguém escreveu algo simples ou com algum erro de dados, essas sumidades correm para expor o parágrafo que decoraram, para mostrar que são eruditas. Uma forma de identificá-las também é que elas conseguem recitar pensamentos prontos dos filósofos e fatos históricos da filosofia, mas são incapazes de criar um parágrafo filosófico. Elas também se preocupam demais em viver mostrando o que decoraram ao longo de anos. Outra forma de identificar essas sumidades é que elas não aprenderam a viver, elas só aprenderam a decorar parágrafos. Aprender a lidar com pessoas de todos os tipos, níveis culturais e níveis sociais, não se aprende decorando parágrafos em faculdades e lendo livros. Lidar com seres humanos se aprende vivendo no mundo real, e os decoradores de dados não vivem na realidade. Eles vivem em um tempo que passou.

    • cely 20/01/2010 at 21:30

      Fred,obrigada por ser gentil,aqui e no seu blog.

    • Rafael 21/01/2010 at 09:55

      Fre(u)d,
      Obrigado também! Você não sabe o prazer indescritível que sentir ao saber-me, lendo o seu interminável arrazoado, objeto de tanta dedicação e esforço intelectual.
      Vale

    • Frederico 21/01/2010 at 12:17

      Rafael, você é homossexual não declarado?

  • Robertão 20/01/2010 at 11:50

    Sergio, peça ao Angeli pra fazer um retrato falado do Nareba. os dois frequentam o mesmo bar!

  • Mr. WRITER 20/01/2010 at 14:24

    Espero por esse livro faz um tempão, também não vou bancar o phodão dizendo aqui no blog do Sérgio que eu insiste nessa empreitada desde o começo.

    Inclusive com ameaças a vida do autor…

    P.S.: Sei lá, achei sensato dizer aqui neste PS que meu comentário tem doses de humor negro e ironia. Caso haja alguma duvida quanto a isso favor entrar em contato.

  • pedro curiango 20/01/2010 at 18:06

    Entre sarcasmos e ironias gaulesas, já no século XIX, o uruguaio Jules Laforgue usava uma epígrafe imortal: “What” – Shakespeare.

  • Daniel Brazil 21/01/2010 at 08:44

    É espantosa a capacidade do Frederico de levantar biografias, decifrar personalidades, dissecar vidas e e definir “funções sociais”, com um mínimo de dados. Será isso um gênio?
    Tudo que consigo vislumbrar sobre ele, pelo que escreveu, é que é tautológico e prolixo…
    (Mas é um auto-crítico impiedoso, sem dúvida. Sua última mensagem arrasa com a primeira!)

    • Frederico 21/01/2010 at 12:40

      Daniel, em respeito ao blog do Sérgio, prefiro não responde em nível semelhante ou até mais baixo. E continuar “discutindo” aqui é coisa de gente como Clodovil, Oscar Wilde, Rafaela e você. Sugiro, que se atenha ao trabalho do autor. Até o momento você só se preocupou em atacar pessoas. Respeite o trabalho do autor, mostre consideração por ele.

    • Sérgio Rodrigues 21/01/2010 at 16:16

      Frederico, o autor do blog se sente respeitado quando os comentaristas se abstêm de observações preconceituosas em geral, racistas e homofóbicas em particular. Está certo, você não topa muito o Rafael e o Daniel, mas que diabos a possível orientação sexual de seus desafetos virtuais tem a ver com isso? Peço-lhe gentilmente que você, autor de um blog interessante, reflita sobre o porquê de sua sua atuação um tanto destemperada por aqui nos últimos dias.

    • Tibor Moricz 21/01/2010 at 16:20

      “…sua sua…”? :)

    • Frederico 21/01/2010 at 17:58

      Sérgio, peço desculpas somente a você. Seu blog de qualidade não merece isso. Se você reler meus posts, verá que inicialmente comento somente seus textos. E quando vou comentar algo de alguém comento o que foi escritor sem ofender pessoas. No entanto, há uma dupla de Robins que preferem menosprezar pessoas gratuitamente a comentar seus textos. Acho que você está mais interessado em saber a opinião dos leitores sobre seu trabalho a saber o que os Robins pensam de mim. De qualquer forma, peço desculpas a você. Vou tentar ignorar as provocações da meninada. Prometo.

  • Tibor Moricz 21/01/2010 at 14:30

    Pés de pato e máscara de mergulho para atravessar essa inundação de ironias e sarcasmos que transbordam no blog. Vou buscar a vara de pesca. Quem sabe pego um grandão daqui a pouco.

    • cely 21/01/2010 at 15:39

      Tibor….Eu estava com saudade de voce!

    • cely 21/01/2010 at 15:53

      Voce leu todos os comentários Que tal se o Sérgio editasse como livro?
      O seu comentário seria a “epígrafe”?
      Brinadeirinha, não vá se zangar comigo também….

    • Tibor Moricz 21/01/2010 at 16:00

      Acho que serviria melhor como epitáfio, Cely.

    • cely 21/01/2010 at 16:03

      A iiiiii…. Tibor epitáfio de quem??

    • Tibor Moricz 21/01/2010 at 16:05

      Da postagem.

    • Tibor Moricz 21/01/2010 at 16:12

      Ou, melhor dizendo, da caixa de comentários.

  • Mr. WRITER 21/01/2010 at 15:54

    Vou fazer um curso de mestrado chamado “Conhecimentos gerais, generalidades e cultural inútl teórica e prática através da Wikipédia”…

    Este tal cuso está, por assim dizer, bombando na internet… 99% dos internautas já é doutorando nesta área e domina com extrema superficialidade quase todos os temas inúteis e igualmente superficiais com dados completamente duvidosos qualqur assunto de gosto igualmente duvidoso.

    Depois de uns bons anos pela internet me senti pronto para, ao menos, ingressar no mestrado… a “nível de experiência”, claro (adoro ouvir essa expressão)…

  • Nareba 21/01/2010 at 16:14

    Na cadeia recebi uma carta de um tal de Frederico. É por aqui que encontro ele?

    • Rafael 21/01/2010 at 16:34

      Este Brasil é uma vergonha mesmo. Um preso de alta periculosidade como o Nareba tem acesso à internet! Isso é um escândalo e um escárnio com os brasileiros honestos, que sonegam impostos em dia. Sinal claro e evidente de que a segurança pública está mesmo falida.

    • Frederico 21/01/2010 at 18:03

      Fala, Narebinha. Vejo que recebeu a carta. Pensei que “os pessoal” iam jogar a carta fora.

  • Daniel Brazil 25/01/2010 at 23:06

    Ô, Frederico, pra “responder em nível semelhante” você teria de subir alguns degraus…
    Quem fala muito tende a dizer besteira. Tente ser menos prolixo. É de bom tom escrever menos que o dono da casa, sabe?

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