Sobre o autor

24/06/2007
Foto de Nuno Ferreira Santos (Público)

Foto de Nuno Ferreira Santos (Público)

Sérgio Rodrigues é escritor e jornalista. É autor do recém-lançado “Viva a língua brasileira!” (Companhia das Letras, 2016), um bem-humorado guia de viagem pela história e pela atualidade do português falado no Brasil, e dos romances “O drible” (Companhia das Letras, 2013, vencedor do Grande Prêmio Portugal Telecom 2014), “Elza, a garota” (Nova Fronteira, 2009) e “As sementes de Flowerville” (Objetiva, 2006). Publicou também os volumes de contos “O homem que matou o escritor” (Objetiva, 2000) e “Sobrescritos” (Arquipélago, 2010), entre outros livros.

“O drible” foi traduzido para o espanhol (El regate, Anagrama, maio de 2014, tradução de Juan Pablo Villalobos), o francês (Dribble, Éditions du Seuil, março de 2015, tradução de Ana Sardinha e Antoine Volodine) e o dinamarquês (Anton & Ludwig, em andamento), e saiu em outubro de 2015 em Portugal (Companhia das Letras). “Elza, a garota” ganhou edição portuguesa (Quetzal, 2010) e americana (Elza: the girl, Amazon Crossing, setembro de 2014, tradução de Zoë Perry).

Na França, o burburinho em torno de “O drible” rendeu ao autor um convite do jornal “Le Monde” para escrever um folhetim ambientado no mundo do futebol. Os 24 capítulos (íntegra aqui, em francês) foram publicados diariamente no jornal durante a Copa de 2014 com o nome de “Jules Rimet, meu amor”. Essa novelinha curta tece uma fantasia policial em torno do roubo e desaparecimento, em 1983, no Rio, da taça que a seleção brasileira havia conquistado definitivamente em 1970, e foi publicada também em português, como e-book, pela Companhia das Letras.

Sérgio tem contos publicados nos EUA, Inglaterra, França e Espanha. Em 2011, ganhou o Prêmio Cultura do Governo do Estado do Rio pelo conjunto de sua obra.

Nascido em Muriaé (MG), em 1962, vive no Rio de Janeiro desde 1980. Trabalhou como repórter, editor e colunista em alguns dos principais veículos da imprensa brasileira, como “Jornal do Brasil”, “Folha de S.Paulo”, “O Globo” e TV Globo. Foi correspondente do JB em Londres em 1987-88 e, antes de se especializar no jornalismo cultural, atuou como jornalista esportivo, experiência usada para dar vida ao universo futebolístico de “O drible”. Cobriu a Copa do Mundo do México em 1986 e integrou, nos anos 1990, o núcleo de criação do jornal “Lance!”.

Na extinta revista eletrônica NoMínimo, da qual foi editor-executivo, criou em 2006 o Todoprosa, referência na web literária brasileira, que já andou hospedado também no iG e na Veja.com. Além disso, dedica-se há 15 anos a escrever sobre aspectos históricos, culturais e gramaticais da língua portuguesa – mais recentemente, entre julho de 2010 e setembro de 2015, na coluna Sobre Palavras da Veja.com, e desde então em seu próprio site, o Melhor dizendo.

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One Comment

  • Renato Perucci 07/03/2016 at 17:57

    Sergio… Procurei um conato seu para parabenizá-lo sobre a mátria da Jararaca… excelente… e aproveito para dizer que esperava alguma matéria neste sentido para sugerir ou perguntar se o momento não é oportuno para um comparativo da grande obra literária ‘ Revolução dos Bichos’?

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