Ditadura

28/02/2009

Ditabranda, o polêmico neologismo com que a “Folha de S.Paulo” se referiu ao regime de exceção instaurado com o golpe militar de 1964, é um trocadilho baseado na sonoridade da palavra e não em seu sentido histórico. O adjetivo “dura”, por mais que soe apropriado neste caso, nada tem a ver com ditadura além da sugestão que acidentalmente evoca.

O termo existe no português desde o século 16 e veio do latim dictatura, isto é, cargo ocupado pelo ditador – autoridade da Roma Antiga que, em situações de emergência que exigiam medidas extremas, era investida pelo senado de poderes absolutos por um período de até seis meses. Levando-se em conta a curta duração e o fato de não representar uma ruptura institucional, aquilo sim poderia ser chamado de ditabranda. Pelo menos até Júlio César, o último dos ditadores, manobrar como um Hugo Chávez da Antiguidade e se perpetuar no posto até morrer.

Isso significa que, do ponto de vista da formação da palavra, ditadura tem mais a ver com termos como cavalgadura, amargura e tortura, nos quais o sufixo -ura atua como formador de substantivos, do que com linha-dura ou cabeça-dura. Mas seu parentesco etimológico é mesmo com o verbo ditar. O ditador romano era assim chamado porque ditava leis e ordens que ninguém podia questionar.

O sentido de ditadura se expandiu desde então. Difícil melhorar a definição do Houaiss: “Governo autoritário exercido por uma pessoa ou um grupo de pessoas, que tomam o poder desrespeitando as leis em vigor, com supremacia quase absoluta do poder executivo, apoiado pelas forças armadas, e com o poder legislativo inexistente ou enfraquecido e subordinado ao poder do(s) ditador(es), o mesmo acontecendo com o judiciário, e onde geralmente não há estado de direito, imprensa livre, liberdade de associação, de expressão, nem eleições livres e regras claras de sucessão”. Como se vê, tivemos ditadura mesmo.

Publicado na “Revista da Semana”.

49 Comments

  • kylderi 28/02/2009 at 11:01

    Oi, Sérgio

    A Folha usou ditabranda em referência a quê? Senti falta da contextualização.

  • Sérgio Rodrigues 28/02/2009 at 11:09

    Justa a reclamação, Kylderi. Acrescentei meia linha lá.

  • paulo ramos 28/02/2009 at 11:29

    á um video do pinochet usando desse termo (ditabanda) no auge da terrivel ditadura chilena creio ser á fonte de inspiração da folha

  • Cacá 28/02/2009 at 11:36

    No caso de quem usou e para quê usou, não vejo nenhuma conotação etimológica. A intenção e o recado eram muito claros. É a própria postura desse jornal.

  • jose henrique de oliveira 28/02/2009 at 11:46

    Você não precisava descer ao nível daquele jornal !!!!!!!!!!

    A emenda ficou pior que o soneto.

  • Ricardo Soares 28/02/2009 at 12:03

    Aprendi com o sentido de ditadura e vim aqui elogiar suas sempre oportunas dicas de “começos inesquecíveis”. Acompanho… acho a idéia simples e eficiente… abs

  • andre 28/02/2009 at 12:07

    Relamente, com ditabranda a folha mostrou quem ela realmente é. Uma empresa que foi conivente com a ditadura emprestando os seus camburões para levar presos até as prisões onde seriam torturados e mortos. Hoje, a Folha ficou ainda menor do que já estava e, para mim, exemplo de jornalismo tendecioso e pouco respeitável.

  • fábio 28/02/2009 at 12:08

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    ……………………………….Só uma,… perguntinha..?
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    …………………Você não tem mais o que fazer,…não…?
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    …………………..Prá escrever uma inutilidade dessa,…………………………
    ……………………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………é melhor você…………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………………
    …………………………………………..ditar,…………………………………………………..
    ……………………………………………………………………………………………………….
    …………………………………………..uma…………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………………..
    ……………………………………receita de bolo..!………………………………………..
    ……………………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………………………………………………………………………….
    …………………………….Igual aos vélhos tempos,……………………………….
    ……………………………………………..da,…………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………………
    ……………………………………….famigerada…………………………………………..
    ……………………………………………………………………………………………………….
    ………………………………………….DURA….!…………………………………………….
    ………………………………………………………………………………………………………
    ………………………………………………………………………………………………………
    …………………………Só não esquece de dizer sê, …………………………….
    ……………………………………………o………………………………………………………
    ………………………………………… forno,………………………………………………….
    …………………………………………….é,……………………………………………………..
    ……………………………………………………………………………………………………….
    ……………………………………….BRÃNDO..!
    ………………………………………………………………………………………………………..
    ………………………………………………………………………………………………………..

  • maurício 28/02/2009 at 12:29

    Se você detesta a´esquerda e o PT, vá até o youtube e procure olavo de carvalho – é um antídoto para esse lixo petista

  • Marcos 28/02/2009 at 12:39

    A todos os hipócritas esquerdistas. Qual a mais cruel, assassina, torturadora e ainda existente ditadura da América Latina? Resposta, é Cuba, a mesma que o lambe botas entreguista do Lula não cansa de elogiar. Quem quiser aprender algo de verdade sobre o que está acontecendo no mundo procure ler o que diz Olavo de Carvalho(www.olavodecarvalho.org). Deixem só um pouquinho de lado estes colunistas chinfrim de folha de São Paulo e IG. Não tenham medo, não doi nada.

  • Sérgio Karam 28/02/2009 at 12:52

    Sérgio: tem um texto muito bom (e indignadíssimo) do Idelber Avelar no blog dele (www.idelberavelar.com) a respeito desse assunto, a tal da ditabranda, com alguma explicação sobre o uso histórico da expressão (coisa do mundo hispânico).
    By the way: quando sai seu livro sobre 1935?
    Abraços
    P.S.: Comprei o Livro do Riso e do Esquecimento, de tanto que você falou nele!

  • Sérgio Karam 28/02/2009 at 12:54

    Do blog do Idelber Avelar: ” (…) o termo “ditabranda” vem do espanhol e foi usado para caracterizar o regime que precedeu a República Espanhola dos anos 30. Depois, na Argentina, a ditadura de Onganía (1966-70) chegou a ser chamada de “ditabranda”, a princípio por falta de notícias sobre a extensão de seus crimes, e depois ironicamente, para acentuar os horrores da outra ditadura que se seguiria (1976-83).”

  • Lombardi. 28/02/2009 at 13:32

    A ditadura passou e levou consigo a esperança, desde que diziam que este era um país que iria para frente e nas lembranças dos sonetos de Dom e Ravel que empolgava os mais humildes entregando a sua mão ‘tomáve’l para aprender a escrever.
    Àqueles que vinham de campos subúrbios e ‘vilás’ no êxodo em que se tornou este canteiro de obras e os lavradores que ajudaram a inchar as metrópoles e hoje seus netos e bisnetos soltam pipas coloridas advertindo ao longe as sentinelas postadas nos mais variados pontos de distribuição de gozo e deleite que o atual sistema permite.
    A mão ‘tomável’ não foi tomada por inteiro apenas serviu para completar o verso sem rima, mas com persuasão que levou uma sociedade a sentir mesmo que inebriada o pulso do poder e ter no peito a sensação de auto-estima, mesmo que falsa.
    O ingênuo marchava junto ao rebanho sem se desgarrar porque sentia nas musicas e nas mensagens dos arautos do rei certa proteção e certo sentimento de ordem e progresso ao mesmo tempo os pueris e suas mãos tomáveis ficavam titubeantes perante palavras desconexas ou desarmônicas que traziam no bojo umas mensagens cifradas que poucos entendiam.
    Não se podia esquentar o frio até muito tarde sobre fogueiras de papel pelas esquinas da vida e ao se comemorar a conquista do tri entre pipocos pirotécnicos, dizem que abafava o som de projéteis certeiros que silenciavam alguns dos insurrecionados que não acolhiam a ordem.
    Em um momento de inspiração o poeta escreveu:
    Vem vamos embora que esperar não é saber.
    Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
    Porém o tempo passou e os reis foram se sucedendo até que chegou o soberano que cuidaria do rebanho como se cuida de um cavalo de raça e este foi o ultimo desta dinastia.
    Ele fez a transição por um pouco de pressão do {rebanho} e para se ver livre {dele} e o rebanho viu nascer um novo sistema.
    Hoje o rebanho tem um [sistema-híbrido-semi-democrático] com leis que dão margem as mais diversas interpretações e que nem os magistrados conseguem entende-las os poderes se sobrepõem os soberanos não se entendem e o rebanho continua pueril.
    A mão continua ‘tomável’ porque o rebanho é dócil e a porca esta velha, mas continua gorda e com as tetas fartas e abundantes amamentando os filhos, netos e bisnetos dos hirudíneos que não largam as tetas nem a pulso ‘como eles mesmos dizem’.
    Resta saber até quando o rebanho continuará dócil, manso, afável, brando, meigo e pusilânime.

  • Pablo Amorim 28/02/2009 at 13:57

    Isso é que puxar a sardinha e não se comprometer!

    Palavras não são só dicionários, etmologias, estão carregadas de sentido histórico e ideológico, sujeitas a relações de poder. É o que se tenta fazer agora, conferindo o termo a Hugo Chavez (15 referendos!!) e tentando afastá-lo dos anos de chumbo brasileiros, quando se cometeram torturas, assassinatos e supressão de direitos.

    Por isso, a petição tão justa que você poderia ter noticiado, junto com o texto absurdo da Folha:

    http://www.ipetitions.com/petition/solidariedadeabenevidesecomparat/index.html

  • Evanir 28/02/2009 at 14:12

    Caro Sérgio, a intenção da utilização do termo é mais do que óbvia: mostrar que comparado a outras ditaduras a brasileira foi branda. Toda ditadura é ruim, é óbvio, porém há as piores:
    – China: 45 MILHÕES de mortos
    – Vietnan: 1,5 MILHÃO de mortos
    – URSS: difícil estimar mas, certamente, acima de 40 MILHÕES de mortos.
    – Cuba: 80 MIL mortos. Cerca de 20 mil fuzilados e 60 mortos em tentativas de fuga do “paraíso” esquerdista.

    E o Brasil: segundo livro da própria esquerda, uns 450 mortos, contando os que krreram no Araguaia (que estavam armados e dispostos a matar), os mortos pela própria esquerda, os mortos no exílio, etc.

  • andre 28/02/2009 at 14:21

    Evanir e Marcos, vocês enojam a todos que lutaram pela liberdade para que pessoas como você pudessem escrever as besteiras que vocês ecreveram aqui. Nojo total. ABAIXO A DITABRANDA!

  • andre 28/02/2009 at 14:41

    o olavo de carvalho que um desses ai em cima recomenda, é o que existe de pior no esgoto do pensamento (?) direitista. Como compactuar com um monstro como ele que defende a ditadura e todas as atrocidades que ela cometeu? Como compactuar com um monstro como ele que defende supressão da liberdade de informação. Só mesmo um outro monstro como ele mesmo…

  • Benedito Duzi 28/02/2009 at 14:41

    Leitores,
    felizmente pra alguns e, infelizmente para outros a DITADURA no Brasil foi uma DITAMOLE mesmo, pois a ditadura que tivemos criou mais estatais que qualquer governo ultraesquerdistas que já houveram nesse lado da america, criaram eletrobras,furnas,telebras, fizeram as superintendencias do norte e nordeste, entre outros inumeros cabides de emprego de dar inveja aos esquerdistas, fora isso no Brasil houveram pouco mais de 400 mortes ante 30.000 na argentina, e esses que pegaram em armas fizeram de livre espontanea bobeira,então, a FSP esta apenas minimizando as mentiras que ela mesma contou e, outros meios de comunicação. Lembrem que temos mais de 60.000 pedidos de indenização que são farsas e, custam bilhões de reais que saem dos nossos bolsos
    ACORDA BRASIL

  • Paulo 28/02/2009 at 15:01

    ” Não se podia esquentar o frio até muito tarde sobre fogueiras de papel pelas esquinas da vida e ao se comemorar a conquista do tri entre pipocos pirotécnicos, dizem que abafava o som de projéteis certeiros que silenciavam alguns dos insurrecionados que não acolhiam a ordem. ”

    Meu caro Lombardi, como obra literária, deve estar muito boa… não entendo do assunto, quanto à realidade da época, ai sim, pois vivi e não é é essa a piormeira vez que leio algum de fantasioso, escrito,a té por professores universitários, doutroes e meses, formados após 1985. Meu avô já dizia que o papel aceita tudo… e cada um faz a sua verdade, sendo que muitos a que lhe interessa, pelas mais diversas razões, como uma historiadra que é filha de uma subversiva, ou ex-…. DITADURA, DITAMOLE, DITABANDA, nunhuma delas é boa, mas a “Nossa”, creio não fosse a ação dessa turma que há anos está no poder, certamente teria sido, como foi, melhor do que a de Cuba, embora a mesma truma seja só elogios ao hermano Fidel… Estou perto dos 70, vivi o período do Getúlio DITADOR, inda comoc riança, ams tiha meus pais e avós que contavam. Vivi o peróod do Jango (João Goulart ) – uma zorra. Um fraco e tendencioso, que certametne em bree terá homenagem com um título ou mineséria da Globo. Vivi o regime militar e tudo o que temos desde seu fim… Certa vez asssiti uma entrvsita com o Caetano e o reproter querendo puxar o saco falou da ditadura, e me surpreendeu ele dizer que esaa conversa de tolimento das artes e da cultura era coisa dos incompetentes, que ná época (da entrevista) viviam de esmolas do governo. Lembrou que ganhamos os melhores prênios durante o regime… Um abraço.

  • Luciano 28/02/2009 at 15:26

    “Todos que lutaram pela liberdade”. Teve gente no Brasil que lutou pela democracia. Outros, com a maioria dos que estão no PT hoje, queriam apenas uma “ditadura do proletariado”. Alguns ainda querem.

    Estão prontos para dizer o quanto sofreram na mão da ditadura no Brasil, mas nada sobre o que sofrem os cubanos. A polêmica da Folha mostrou bem a hipocrisia. Chico Buarque, por exemplo, sofria a censura no Brasil. Censura é algo medonho, Porém, ele elogiava e contatava o regime cubano que censura os seus cidadãos. Vergonha.

  • Ulisses 28/02/2009 at 15:27

    Eu sou nascido em 1974, tenho 34 anos, e quando eu tinha uns 10 anos ouvi falar de anistia. Pesquisei sobre a ditadura, mas não a vivenciei. Sabe o que eu acho, está na hora de se providenciar uma nova revolução pois já são mais de 40 anos e ainda escutamos “romances” da época dos “Anos Rebeldes”(vem aí Dilma Roussef). Revolução sem armas, é claro! Podemos convidar os intelectuais, pesquisadores, cientistas e principalmente o povo. Poderíamos começar pela educação. Vai ser difícil, não é mesmo? Acho que por isso é que preferem falar do passado.

  • zick zack 28/02/2009 at 15:30

    DITADURA…DITAPURA….DITABRANDA…DITABRANCA…DITABRANCAPURA…PORQUE CHEGAMOS NA BRANCA PURA, POR QUÊ É ELA QUEM MOVIA OS TORTURADORES NOS PORÕES, OU VOCÊS ACHAM QUE O DELEGADO FLEURY MORREU DE QUE ??? PINGA, WISKY, ASSASSINADO POR ENVENENAMENTO, AFOGADO N’ÁGUA ??? NÃO, NÃO, AFOGADO NA DITAPURA…DITABRANCAPURA. PORISSO NÃO FIZERAM NEM AUTÓPSIA. SABIAM QUE O HOMEM ERA CHEGADO NA TAL MOCINHA COLOMBIANA.

  • Paulo Costa 28/02/2009 at 15:37

    Aconselharia o autor ler o blog seguinte: emevidencia.zip.net
    que faz referência ao assunto, mesmo antes de haver lido
    o comentário “Ditadura” de Sergio Rodrigues.

  • oromar 28/02/2009 at 16:09

    sim,o regime de excessão foi brando com os terroristas da época.Saldo da contra-revolição:oitavo PIB do mundo,democracia plena na atualidade-já pensou se os terroristas ñ tivessem sido subjugados.

  • sergio luiz 28/02/2009 at 16:11

    O Brasil precisa de desinfetado!!…DOPS e DOI-CODI já!!!!

  • Adolfo César 28/02/2009 at 17:59

    A DITADURA QUE TORTUROU, MAS CONSTRUIU ESTRADAS, O SALÁRIO MÍNIMO ERA CINCO VEZES MAIOR. PRA QUEM SEMPRE FOI CUMPRIDOR DOS SEUS DEVERES, TEVE CONCURSOS, EMPRÉSTIMOS DE CASA PRÓPRIA NÍVEL SALARIAL SEM SALDO DEVEDOR. APÓS ISSO VEIO A “DITADURA CIVIL”, MANIPULADA PELO TRÁFICO NÃO SÓ DE DROGAS, COMO DE PIRATARIA, SEQUESTROS, ABANDONO DAS ESTRADAS NÃO PRIVATIZADAS, PRIVATIZAÇÃO DAS ESTATAIS QUE DAVAM LUCRO AO GOVERNO E A QUEM USAVAM SEUS SERVIÇOS. SÓ QUE O DINHEIRO DE SUAS PRIVATIZAÇÕES FORAM LÁ FORA E VOLTARAM, MAS SEUS VERDADEIROS DONOS QUE SÃO POLÍTICOS, COLOCARAM-NAS EM NOMES DE “LARANJAS”. QUER MAIS TORTURA DO QUE NÃO PODER SAIR DE CASA, SACAR SEU DINHEIRO EM BANCO, IR AO CAMPO DE FUTEBOL TRANQUILAMENTE, PASSAR EM CONCURSOS SEM SER CHAMADO, TER SALÁRIO E APOSENTADORIA “ACHATADOS” EM FAVOR DE “FANTASMAS E ASSESSORES DE PARLAMENTARES”. Simplificando, o POVO NÃO SAIU GANHANDO, apenas aqueles que deram seu apoio à DITADURA CIVIL, QUE CHAMAM DE DEMOCRACIA. Todos com o RABO PRESO, com jornalistas, artistas, futebolistas e MARGINAIS DE TRÁFICO, CONTRABANDO, ETC. Por isso, EDUCAÇÃO, SAÚDE, SEGURANÇA E SALÁRIO, FICARAM EM SEGUNDO PLANO, EM TROCA DE BOLSA FAMÍLIA E MOVIMENTO SEM TERRA.

  • antonico 28/02/2009 at 18:03

    Existe um claro exagero dos que reclamam do editorial da Folha. Se dizem indignados com a defesa da ditadura ? Se formos contabilizar as pessoas que (mentirosamente) dizem ter sofrido ou combatido a ditadura caia gente no mar… O regime militar só serviu para que alguns arruaceiros como Chico, Caetano, Vandré viessem encher o nosso saco com musiquinhas para o boi dormir. Isso sem contar a quadrilha que pede “indenização” pelo período. Ora, vão se filiar ao PT que é o lugar de batedores de carteira como vocês…

  • antonio 28/02/2009 at 18:10

    É lamentável, ainda, que encontremos algo escrito que venha denegrir a Imagem do Presidente Lula. Ou o cara é cego e surdo, ou surdo e cego, não existe outra opção. O Brasil, desde a transferencia da Capital para Brasilia, em todos os governos que assumiram o Comando da Nação, buscavam socorro junto ao FMI, que sempre esnobou o Brasil. Hoje estão rastejando e sob nossos pés em questões financeiras, temos com que e como pagar, temos muito mais a receber de paises vizinhos. Nem assim esses “BICUDOS” não o fecham, talvez tenham interesse de ver o Brasil como “Brazil”, quem deu palpite em nossa economia não teve competencia para administrar sua propria e estão no fundo do poço. E olhe bem o Presidente não foi formado pelos Economistas Americanos, talvez tenha sido por isso, estamos sendo comandados por um Brasileiro “NATO” e vivido nas profundezas das injustiças sociais, as quais nenhum dos tecnocratas conhecem. Ah!! falar do periodo da Ditadura é mera ilusão e momentos de recordações que não devem ser lembrados. Sofreram alguns que politicamente não aceitaram a derrota politica, não se teve tanta tortura como se diz, ja existia os crimes que hoje existe e que matram e mata muito mais do que se imputa ao Regime Ditatorial. Porque ninguém lembrou de dizer isso, será que guardam os resquicio do passado que deveria ter sido enterrado quando houve a anistia. O FHC também era contra o regime da época, separou-se dos demais para fazer o que fez, acabar com todas a Leis que beneficiavam os pobres, especialmente a previdencia INSS, com reajustes diferenciados aos aposentados. Perdi meu tempo tentando mostrar pra vc que se estamos por cima, hoje, em relação ao sistema financeiro, agradeça ao PT e ao LULA.

  • Pedro Curiango 28/02/2009 at 18:41

    LEXICOGRAFIA E POLÍTICA –
    Sérgio: você não acha que esta definição do Houaiss, pelo seu detalhismo e, logo, redução do significado da palavra, parece mais o que a “esquerda” brasileira (à qual o dicionarista pertencia politicamente) pensa do governo militar pós-64? Não vejo “expansão” na definição de Houaiss; pelo contrário, vejo que ela mais se parece a um “uso” de tendência claramente política, um brando mas insidioso “newspeak” nacional….. Até mesmo ao empregar a palavra “autoritário”, Houaiss parece querer deixar de lado os governos TOTALITÁRIOS, este sim, que são verdadeiramente ditaDURA. Melhor seria talvez uma definição de cunho clássico como a do velho Aurélio, de 1967: “Governo de emergência em que os poderes do Estado se concentram nas mãos de um só homem.”

  • Sérgio Rodrigues 28/02/2009 at 20:09

    Curiango, a menção à expansão não se refere ao verbete do Houaiss, mas ao processo histórico que levou a palavra a se projetar além do nicho da velha república romana. No mais, o verbete me parece bastante preciso (e acima da dicotomia direita-esquerda), ao contrário da definição do Aurélio que você cita: governo “de emergência”? Um só homem? (E as juntas, não contam?) De resto, não conheço governo totalitário que não seja também autoritário, embora o inverso seja concebível – o que torna a segunda palavra claramente preferível numa definição abrangente.

  • wilton saraiva 28/02/2009 at 20:22

    Ditabranda o caralho… o que houve foi DITADURA mesmo.

  • E a atual ditadura do crimer organizado? Ninguém comenta? 28/02/2009 at 21:14

    Se o governo militar não tivesse freado as ações hoje seríamos a maior Cuba das Américas. Talvez alguns aqui com idéias retrógradas sobre Marxismo e Leninismo, filhos temporões da mãe União Soviética hoje já falecida(Que deus a tenha) venham a me criticar, mas os torturados e sumidos que na realidade pegaram em armas e promoveram sequestros e assaltos a bancos (vide passado dos que estão hoje no poder) tudo em nome de uma ideologia, viraram heróis.. Pois bem que ideologia perfeita é esta que precisa de armas para se instalar num país? E não me venham com balelas lidas em livros de história escritas nos últimos 10 anos para iludir crianças de primeiro grau. Foi necessário sim senão hoje o dignissímo Sérgio Rodrigues não teria permissão de um governo totalitário para expor suas idéias aqui, nem teríamos computador para acessar as idéias de liberdade no resto do mundo (vide Cuba e China onde até a internet é censurada) Hoje vivemos a ditadura do crime, onde somos julgados e executados por balas perdidas todos os dias.

  • antonio 28/02/2009 at 21:29

    Só não gosta de policia quem não segue o caminho legal, só não gostaram determinados da Ditadura, quem trilhava outros caminhos e, naturalmente defendendo seus interesses pessoais e politicos. Muitos, hoje anistiados, foram covardes e fugiram de suas responsabilidades, foram agraciados com a anistia e hoje querem colocar fogo numa fogueira apagada, muitos, valendo-se de algum poder em suas mãos, tentam minar, novamente a Democracia “Boa”, querem fazer acontecer a derrocada brasileira e novamente explodir o preço do dolar, que está por um triz ficar a menos de 2 R$, quem tem interesse em dolar em preço alto, somente exploradores do povo, que caia o dolar e que os empresarios aprendam a lidar com noso “Real”e tem que ser como profeciou a giria “caia na REAL. Sedes brasileiro e ajude-o, ou vá pra lá, mundo da ilusão criada pelos milionarios.

  • Lombardi. 28/02/2009 at 23:06

    Paulo talvez você não tenha entendido meu texto, fiz questão de não opinar a favor ou contra este ou aquele sistema porque até agora realmente não encontramos nosso caminho, inventamos um sistema híbrido que complicou (no meu ponto de vista) ainda mais a situação do pueril rebanho.
    No meu raciocínio critico tanto a ditadura como o sistema atual e tenho certeza de que não se podia esquentar o frio sob fogueira de papel porque também vivi esta época e de certo modo gostei dela porque de certa maneira quando eu voltava tarde da noite para casa após um árduo dia de trabalho eu não encontrava os elementos que hoje encontro pelas esquinas da vida dando um tapa num baseado ou se apossando na mão grande do que não é seu.
    Mesmo que você tenha entendido eu não posso mudar em nada porque para mim o sistema atual e as leis não são entendidos nem pelos magistrados e estamos rodeados de marginais das mais diferentes classes desde os grandes palácios no planalto central até as periferias das pequenas cidades do interior e também se esparramando entre bandidos travestidos de camponeses.
    Paulo pela idade que dissestes ter, viveu um pouquinho mais que eu, mas não muito por isso entendo que provavelmente tenhas um pouco mais de cancha, por isso mesmo não posso crer que estejas contente com a situação atual e que também consigas enxergar que na ditadura também existia algumas virtudes para o homem de bem, trabalhador e cumpridor de seu dever.
    Lutaram, lutaram tanto pelas diretas já e a liberdade foi conquistada e os leitõezinhos continuam grudados nas tetas desde o mais remoto tempo e se você contestar eles
    dizem de forma arrogante e prepotente a sociedade que me colocou aqui porque o cercado encurrala o rebanho com a cerca da imbecilidade e da ignorância e o arame farpado da estupidez e da carência.
    Continuo afirmando que:
    A mão continua ‘tomável’ porque o rebanho é dócil e a porca esta velha, mas continua gorda e com as tetas fartas e abundantes amamentando os filhos, netos e bisnetos dos hirudíneos que não largam as tetas nem a pulso ‘como eles mesmos dizem’.
    Resta saber até quando o rebanho continuará dócil, manso, afável, brando, meigo e pusilânime.
    Retribuo o abraço.

  • Luciano Rosa 28/02/2009 at 23:41

    Existia tortura etc, por que os torturados procuravam, meia duzia de malucos querendo tomar o poder, oras o pessoal sabia que nao aguentaria lutar conta o exercito, policia etc. Quem procurou achou. Mas sera que nao tem nas forças armadas nem que seja sombra dos Srs.Generais Medici e Eneste Geisel. Por que a pergunta, por no governo atual tem gente que era procurado e a agora estao tirando o atraso infelizmente e realidade. Brasilia e um barril de polvora, nao confio em ninguem que esta lah.Abraços a todos

  • Luciana 01/03/2009 at 00:41

    É, Sérgio… Acho que seu post só foi entendido mesmo por Fábio, o da receita de bolo (se é que eu entendi o comentário dele!!!). As “brandas” intenções etmológicas do seu post motivaram acalorados comentários histórico político sociológicos! Nesse caso, embora por incompreensão, o post não foi tão inútil assim…

    P.S. Reli o post após escrever este comentário. Você não foi tão apolítico assim!

  • Até hoje não vi um general dono de castelo. 01/03/2009 at 02:42

    Se o governo militar não tivesse freado as ações hoje seríamos a maior Cuba das Américas. Talvez alguns aqui com idéias retrógradas sobre Marxismo e Leninismo, filhos temporões da mãe União Soviética hoje já falecida(Que deus a tenha) venham a me criticar, mas os torturados e sumidos que na realidade pegaram em armas e promoveram sequestros e assaltos a bancos (vide passado dos que estão hoje no poder) tudo em nome de uma ideologia, viraram heróis.. Pois bem que ideologia perfeita é esta que precisa de armas para se instalar num país? E não me venham com balelas lidas em livros de história escritas nos últimos 10 anos para iludir crianças de primeiro grau. Foi necessário sim senão hoje o dignissímo Sérgio Rodrigues não teria permissão de um governo totalitário para expor suas idéias aqui, nem teríamos computador para acessar as idéias de liberdade no resto do mundo (vide Cuba e China onde até a internet é censurada) Hoje vivemos a ditadura do crime, onde somos julgados e executados por balas perdidas todos os dias.

  • marcosomag 01/03/2009 at 04:01

    Veio bem a calhar o seu texto, Sérgio. Quanto à “Folha de São Paulo”, não me surpreendeu em nada a tentativa de revisionismo histórico do seu editorial torpe. Para quem emprestava as C-14 da distribuiçao para o DOI-CODI, o tal editorial foi “café pequeno”. O que fizeram no seu já histórico “mico” foi provocar a justa indignação da sociedade civil. Insultar os heróis brasileiros que combateram a Ditadura, muitos sendo assassinados pelo Regime discricionário levará o panfleto direitista dos Frias a perder muitas assinaturas. Só quem viveu aquela época é quem sabe do terror espalhado na vida cotidiana de cada brasileiro pela “comunidade de informações” do SNI. Em certa época, chegaram a ser mais de 500 mil informantes do Estado infiltrados em universidades, assembléias de trabalhadores, empresas e até em jogos de futebol e no transporte coletivo, nas cidades. Não era possível conversar sobre política nem em uma roda de amigos. Afinal, um dos “amigos” poderia ser um “araponga” disfarçado. Quanto ao Olavo de Carvalho, citado por Maurício, eu aconselho ao desavisado leitor a trocá-lo pelo Walter Mercado. Como o Olavo, o Walter também é astrólogo. Porém, o Walter não é metido a “filósofo” como o direitista patológico Olavo.

  • Jose Augusto Rezende 01/03/2009 at 08:30

    Ao ler os comentarios a favor e contrarios sobre a materia da folha,causou-me um certo espanto,pois nao sei do grupo folha em apoio a ditadura,quem apoiava declaradamente era o grupo estado,pois vivi este periodo.Entretanto acredito que a materia foi simplesmente procurando chamar a atençao sobre a extrapolaçao de tudo que acontece a unica culpada e`´ a ditadura ou talves querendo chamar a atençao do nosso vizinho chavez.

  • Camargo 01/03/2009 at 09:11

    Muito bacana o que se pode ver acontecer aqui. Isto é o que entendo como um pais com certa democracia. O debate e a liberdade de expressar o que se pensa (independente de ser verdade, falso, equivocado ou simples ignorância).

    Quando olho para os nossos “parlamentares” não consigo distinguir “esquerdistas” ou “direitistas ” . O que vejo são pessoas com (as vezes) belos discursos, mas nada acontecendo. Na maioria das vezes pura hipocrisia.
    Acho que tem uma outra ideologia que os une (Qual $eria ??).

    Sabe, é curioso, “graças” a segunda Guerra tivemos muitos avanços na medicina entre outras ciências (Hitler ajudou muito permitindo o uso de judeus em experimentos médicos como quanto um ser humano aguenta ficar em agua gelada antes de morrer, verificar registros históricos).

    Se for considerar alguns argumentos aqui manifestados parece “sensato” alem de retomarmos a um estado de ditadura, poderia mos pensar em começar uma outra guerra para novos avanços neste novo milênio e gerarmos mais empregos, descobertas científicas, etc..

    E apesar da ineficiência dos nosso políticos (tem alguns “bons”, acho) e suas “políticas”, das nossas policias, de nosso temor de andarmos nas ruas e sermos tomados de assalto ( pelo assaltante ou o político), numa democracia podemos fazer o que aqui esta acontecendo. coisa desconhecida de meus pais, dos chineses, dos tibetanos, dos cubanos, Venezuela, etc, etc..

    Valeu.
    Saudações a todos.

  • Neivair Araujo Mascarenhas 01/03/2009 at 10:28

    Com as palavras, escritores, jornalistas, articulistas e todo o bando que faz da imprensa, seu ganha-pão, bem como os governos, fundamentalistas ou não, podem criar uma teia de beleza estrutural, para não dizer absolutamente nada, ou nada de novo… Há, na atualidade, muita liberdade para se dizer coisa alguma, valendo apenas palavras de teor ausente de conteúdo, que os viventes de agora bem o merecem, pois são vazios de interior, de ver o óbvio, de estudar o agora e o antes, de fazer comparações por si, antes que outros o façam, de acordo com os interesses da falsa imprensa livre… Quando tivermos, se algum dia poderemos ter, alguma capacidade de desconfiar, de conferir, de medir, de ver com olhos críticos as constantes “verdades” que nos contam, aí então estaremos livres de tanta bobagem… Quando não prestarmos mais atenção no Big Brother, no seio da fulana, na calcinha da famosa, nos assuntos de nenhum conteúdo, poderemos doravente fazer críticas repletas de teor, não o que seguidamente ocorre na nossa falida imprensa…

  • Manoel 01/03/2009 at 11:10

    No Brasil da democracia, podemos claramente falar que se caso um cidadão não votar tem quase todos seus direitos caçados tais como, ter que pagar multa, não poderá se increver para concurso publico, podendo perder seu CPF o que impede de fazer tudo que um cidadão comum pode fazer para ter uma vida digna.ai se pergunta é DEMOCRACIA OU DITADURA.

    Nós que somos a grande maquina que coloca a nação para andar, se caso no momento em que for a procura de um emprego for detectado qualquer problema com a justiça não vai trabalhar, ficará sem emprego e terá que viver na informalidade ei veja o que temos que engolir:

    Acélio Casagrande (PMDB-SC)
    3 processos
    Administrador de empresas, exerceu o mandato como suplente em duas oportunidades em 2007. Candidato derrotado à prefeitura de Criciúma, foi empossado novamente como suplente no último dia 6 com o licenciamento do deputado Paulo Bauer, efetivado com a renúncia de Djalma Berger (PSB-SC), prefeito de São José.
    No TJSC:
    020.99.008936-3 – Ação civil pública (em grau de recurso)
    Na Justiça Federal de Santa Catarina:
    2008.72.04.004050-6 – Execução fiscal
    2005.72.04.000001-5 – Ação civil pública (denúncia de irregularidade em processo de licitação)

    Antônio Carlos Chamariz (PTB-AL)
    12 processos
    Comerciante, foi efetivado no cargo no último dia 6, na vaga deixada por Cristiano Matheus (PMDB-AL). Tem 52 anos.
    No TJAL:
    001.04.177835-0 – Execução fiscal
    001.08.081191-5 – Busca e apreensão/alienação fiduciária
    001.07.073081-5 – Execução de título extrajudicial
    001.07.054493-0 – Execução fiscal/Autarquias estaduais
    001.07.054511-2 – Execução fiscal/autarquias estaduais
    001.05.025036-2 – Execução fiscal/autarquias estaduais
    001.04.010377-4 – Execução fiscal/autarquias estaduais
    001.01.012962-7 – Execução
    001.01.009786-5 – Arresto
    001.00.005921-9 – Despejo
    001.97.012747-3 – Execução Fiscal/autarquias estaduais
    001.04.010377-4 – Execução Fiscal/autarquias estaduais

    Bispo Gê Tenuta (DEM-SP)
    (Geraldo Tenuta Filho)
    5 processos
    Ex-deputado estadual, comunicólogo em televisão, pastor evangélico, teólogo, empresário têxtil, comunicador de rádio, bispo evangélico e conselheiro do Estado. Exerceu o mandato como suplente em dois períodos em 2007 na vaga do deputado licenciado Walter Feldman (PSDB). Reassumiu no último dia 6 como suplente do deputado Jorginho Maluly (DEM), efetivado com a posse de Silvinho Peccioli (PSDB), prefeito de Santana do Parnaíba. Tem 51 anos.
    No TJSP:
    Procedimento ordinário – 583001998941410-7
    No TJSP em segunda instância:
    Três processos que correm em segredo de justiça (sem dados ou números).
    No STF:
    Inquérito 2639 – Improbidade administrativa.

    Dr. Paulo César (PR-RJ)
    (Paulo César da Guia Almeida)
    4 processos
    Médico, ex-vereador de Cabo Frio. Tem 48 anos.
    No TJRJ:
    2003.011.000046-3 – Despejo por falta de pagamento
    2006.011.001590-4 – Despejo por falta de pagamento
    2008.011.008734-8 – Execução de títulos advocatícios
    Na Justiça Federal do Rio de Janeiro:
    2004.51.08.000879-6 Execução Fiscal

    Fernando Stephan Marroni (PT-RS)
    4 processos
    Servidor público, foi deputado federal entre 1999 e 2003. Foi efetivado no último dia 6 com a posse de Tarcísio Zimmermann (PT), em Novo Hamburgo. Tem 52 anos.
    No TJRS:
    022/1.05.0011271-2 – Ação popular
    022/1.07.0014358-1 – Ação civil pública
    022/1.05.0040233-8 – Ação popular
    022/1.08.0004180-2 – Ação popular

    Jairo Ataíde Vieira (DEM-MG)
    23 processos
    Cirurgião-dentista e empresário rural, é ex-prefeito de Montes Claros (MG). Exerceu o mandato como suplente em dois períodos em 2007 na vaga de Custódio Mattos (PSDB). Foi efetivado no último dia 6 com a posse de Mattos na prefeitura de Juiz de Fora. Tem 64 anos.
    No TJMG:
    043300007318-2 – Execução
    043301022956-8 – Ação popular
    043302046086-4 – Ação civil pública
    043302046244-9 – Execução
    043303104020-0 – Ação popular (Apenso/não entrou na contagem)
    043304120341-8 – Ação popular
    043304120383-0 – Ação civil pública
    043304128059-8 – Ação civil pública
    043305148137-5 – Crime da legislação complementar
    043305154356-2 – Crime contra a administração pública
    043306174734-4 – Ação civil pública
    043306186451-1 – Ação civil pública
    043306186784-5 – Ação civil pública
    043306186793-6 – Ação civil pública
    043306187399-1 – Ação civil pública
    043306202035-2 – Ação popular
    043308250969-9 – Ação civil pública
    043308262722-8 – Ação civil pública
    043399002964-0 – Ação popular
    043399006849-9 – Ação popular (Apenso/não entrou na contagem)
    043399006954-7 – Ação popular (Apenso/não entrou na contagem)
    043399008235-9 – Ação popular
    No STF:
    Ação Penal 432 – Crime de responsabilidade (gestão como prefeito)
    Ação Penal 450 – Crime de responsabilidade (gestão como prefeito)
    Na Justiça Federal – Subseção de Montes Claros
    2006.38.07.003331-2 – Ação civil de improbidade administrativa
    2007.38.07.001868-7 – Ação popular de improbidade administrativa

    João Hermann Neto (PDT-SP)
    1 processo
    Engenheiro agrônomo, ex-prefeito de Piracicaba, assumiu no último dia 6 o sexto mandato na Câmara. Foi efetivado na vaga aberta por Reinaldo Nogueira (PDT), prefeito de Indaiatuba. Tem 62 anos.
    No Tribunal Regional Federal:
    2001.03.99.041110-4 – Crime tributário/contribuição previdenciária

    Jorginho Maluly (DEM-SP)
    (Jorge de Faria Maluly)
    5 processos
    Engenheiro Civil, ex-prefeito de Mirandópolis (SP), está na Câmara desde fevereiro de 2007, como suplente do licenciado Walter Feldman (PSDB-SP). Foi efetivado com a renúncia de Silvinho Peccioli (DEM), novo prefeito de Santana do Parnaíba (SP). Tem 48 anos.
    No TJSP:
    2004.61.07.000208-9 – Apropriação indébita previdenciária
    No Tribunal Regional Federal:
    993.02.028922-4 – Crime de responsabilidade (gestão como prefeito)
    993.02.031321-4 – Crime de responsabilidade (gestão como prefeito)
    No STF:
    Inquérito 2658 – Apropriação indébita previdenciária
    Inquérito 2761 – Peculato/Crime da Lei de Licitações

    Lupércio Ramos (PMDB-AM)
    (José Lupércio Ramos de Oliveira)
    2 processos
    Ex-deputado federal, ainda não tomou posse. Mas já foi convocado pela Câmara para assumir, como efetivo, a vaga deixada por Carlos Souza (PP-AM), vice-prefeito de Manaus.
    No TJAM:
    001.07.325270-1 – Cobrança/ordinário (área: cível)
    012.10.061218-3 – Ação civil pública/lei especial (área: cível)

    Marcos Cerqueira Lima (PMDB-MG)
    1 processo
    Engenheiro civil e empresário, assumiu o sexto mandato no último dia 6, com a renúncia da deputada Maria do Carmo Lara (PT), prefeita de Betim. Tem 62 anos
    No TJMG:
    002401111446-9 – Ação popular (em fase de recurso)

    Osvaldo Anicetto Biolchi (PMDB-RS)
    10 processos
    Advogado e professor universitário, foi deputado federal por três mandatos. Assumiu como suplente do deputado licenciado Osmar Terra (PMDB-RS), no último dia 7, com a renúncia do também suplente Cezar Schirmmer (PMDB), novo prefeito de Santa Maria. Tem 74 anos.
    No TJRS:
    009/1.06.0003111-4 – Precatória de atos executórios
    009/1.03.0008588-0 – Processo de conhecimento
    009/1.05.0003211-9 – Procedimento especial de jurisdição contenciosa
    Na Justiça Federal do Rio Grande do Sul:
    2005.71.18.000494-5 – Execução fiscal
    2005.71.18.002069-0 – Execução fiscal
    Nº 2005.71.18.001641-8 – Execução fiscal
    2005.71.18.000855-0 – Execução fiscal
    2005.71.18.001345-4 – Execução fiscal (sobrestado)
    2005.71.18.000374-6 – Cumprimento de sentença
    2005.71.18.001777-0 – Execução fiscal

    Silvio Serafim Costa (PMN-PE)
    17 processos
    Empresário, está na Câmara desde fevereiro de 2007, quando assumiu como suplente a cadeira do licenciado José Chaves (PTB-PE). Foi efetivado no último dia 2 com a renúncia de Renildo Calheiros (PCdoB-PE), novo prefeito de Olinda.
    No TJPE:
    001.2000.074098-6 – Execução fiscal
    222.2001.002629-9 – Execução fiscal
    001.1987.025282-9 – Execução fiscal
    001.1987.026769-9 – Processo de execução
    001.1990.021936-0 – Execução de título extrajudicial
    001.1993.045031-1 – Crime contra a economia popular
    001.1995.086076-0 – Execução de título extrajudicial
    001.1997.029826-0 – Execução de título extrajudicial
    001.1997.059695-3 – Processo de execução
    Na Justiça Federal de Pernambuco:
    94.0010519-3 – Dívida ativa – Tributário/contribuições previdenciárias
    96.0016470-3 – Dívida ativa – Tributário
    96.0006340-0 – Contribuições previdenciárias – Contribuições – Tributário
    98.0012351-2 – Dívida Ativa – Tributário
    98.0013213-9 – Dívida Ativa – Tributário (sobrestado)
    2000.83.00.005031-3 – Execução fiscal – dívida ativa/tributário
    2001.83.00.008168-5 – Execução fiscal – dívida Ativa/tributário
    94.0006957-0 – Execução de título extrajudicial

    Uldurico Alves Pinto (PMN-BA)
    1 processo
    Médico, foi deputado federal constituinte (1987/1991) e entre 1991 e 1995. Esteve na Câmara entre fevereiro e novembro de 2007, como suplente do então licenciado Geraldo Simões (PT-BA). Foi efetivado com a renúncia de Guilherme Menezes (PT-BA), eleito prefeito em Vitória da Conquista.
    No STF:
    Inquérito 2706 – Formação de quadrilha/crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral

    Zé Vieira (PSDB-MA)
    (José Vieira Lins)
    3 processos
    Ex-deputado estadual e ex-prefeito de Bacabal, foi efetivado no último dia 6 na vaga deixada por Sebastião Madeira (PSDB), prefeito de Imperatriz.
    No Tribunal Regional Federal:
    2003.37.00.007789-9 – Ação civil de improbidade administrativa
    2008.37.00.006138-8 – Ação civil de improbidade administrativa
    2008.37.00.007965-0 – Crimes de responsabilidade
    O QUE PODEMOS FALAR do atual regime de governo no BRASIL, com a palavra o Sr. Sérgio Rodrigues

  • Manoel 01/03/2009 at 11:27

    O que realmente é este regime politico brasileiro onde se faz campanha, e mais campanhas e que se multa empresas e faz disto o maior assunto, para que não se sabe e em citar um bom exemplo a campanha contra o tabagismo olha o que foi feito contra todas as empresas de cigaros, se voce olhar bem em todas as embalagens de cigarros tem em sua estampa os maleficios que o cigarro causa veja o que um nobre/excelencia defende:

    Maconha: é hora de legalizar?
    Por que um grupo cada vez maior de políticos e intelectuais – entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – defende a legalização do consumo pessoal de maconha
    RUTH DE AQUINO. COM MARTHA MENDONÇA, NELITO FERNANDES, WÁLTER NUNES E RAFAEL PEREIRA

    Fumar maconha em casa e na rua deveria ser legal? Legal no sentido de lícito e aceito socialmente, como álcool e tabaco? O debate sobre a legalização do uso pessoal da maconha não é novo. Mas mudaram seus defensores. Agora, não são hippies nem pop stars. São três ex-presidentes latino-americanos, de cabelos brancos e ex-professores universitários, que encabeçam uma comissão de 17 especialistas e personalidades: o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, de 77 anos, e os economistas César Gaviria, da Colômbia, de 61 anos, e Ernesto Zedillo, do México, de 57 anos. Eles propõem que a política mundial de drogas seja revista. Começando pela maconha. Fumada em cigarros, conhecidos como “baseados”, ou inalada com cachimbos ou narguilés, a maconha é um entorpecente produzido a partir das plantas da espécie Cannabis sativa, cuja substância psicoativa – aquela que, na gíria, “dá barato” – se chama cientificamente tetraidrocanabinol, ou THC.
    Na Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, reunida na semana passada no Rio de Janeiro, ninguém exalta as virtudes da erva, a não ser suas propriedades terapêuticas para uso medicinal. Os danos à saúde são reconhecidos. As conclusões da comissão seguem a lógica fria dos números e do mercado. Gastam-se bilhões de dólares por ano, mata-se, prende-se, mas o tráfico se sofistica, cria poderes paralelos e se infiltra na polícia e na política. O consumo aumenta em todas as classes sociais. Desde 1998, quando a ONU levantou sua bandeira de “um mundo livre de drogas” – hoje considerada ingenuidade ou equívoco –, mais que triplicou o consumo de maconha e cocaína na América Latina.
    Em março, uma reunião ministerial na Áustria discutirá a política de combate às drogas na última década. Espera-se que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, modifique a posição conservadora histórica dos Estados Unidos. A questão racial pode influir, já que, na população carcerária americana, há seis vezes mais negros que brancos. Os EUA gastam US$ 35 bilhões por ano na repressão e, em pouco mais de 30 anos, o número de presos por envolvimento com drogas decuplicou: de 50 mil, passou a meio milhão. A cada quatro prisões no país, uma tem relação com drogas. No site da Casa Branca, Obama se dispõe a apoiar a distribuição gratuita de seringas para proteger os viciados de contaminação por aids. Alguns países já adotam essa política de “redução de danos”, mas, para os EUA, o cumprimento dessa promessa da campanha eleitoral representa uma mudança significativa.
    A Colômbia, sede de cartéis do narcotráfico, foi nos últimos anos um laboratório da política de repressão. O ex-presidente Gaviria afirmou, no Rio, que seu país fez de tudo, tentou tudo, até violou direitos humanos na busca de acabar com o tráfico. Mesmo com a extradição ou o extermínio de poderosos chefões, mesmo com o investimento de US$ 6 bilhões dos Estados Unidos no Plano Colômbia, a área de cultivo de coca na região andina permanece com 200 mil hectares. “Não houve efeito no tráfico para os EUA”, diz Gaviria.
    Há 200 milhões de usuários regulares de drogas no mundo. Desses, 160 milhões fumam maconha. A erva é antiga – seus registros na China datam de 2723 a.C. –, mas apenas em 1960 a ONU recomendou sua proibição em todo o mundo. O mercado global de drogas ilegais é estimado em US$ 322 bilhões. Está nas mãos de cartéis ou de quadrilhas de bandidos. Outras drogas, como o tabaco e o álcool, matam bem mais que a maconha, mas são lícitas. Seus fabricantes pagam impostos altíssimos. O comércio é regulado e controla-se a qualidade. Crescem entre estudiosos duas convicções. Primeira: fracassou a política de proibição e repressão policial às drogas. Segunda: somente a autorregulação, com base em prevenção e campanhas de saúde pública, pode reduzir o consumo de substâncias que alteram a consciência. Liderada pelos ex-presidentes, a comissão defende a descriminalização do uso pessoal da maconha em todos os países. “Temos de começar por algum lugar”, diz FHC. “A maconha, além de ser a droga menos danosa ao organismo, é a mais consumida. Seria leviano incluir drogas mais pesadas, como a cocaína, nessa proposta”.

    EXPERIÊNCIA
    Os ex-presidentes Ernesto Zedillo, César Gaviria e Fernando Henrique (da esq. para a dir.), em encontro no Rio, na semana passada. Eles defenderam a revisão das leis contra as drogas e a descriminalização da posse de pequenas quantidades de maconha
    O que pode parecer a conservadores uma tremenda ousadia não passa, na verdade, de um gesto simbólico do continente produtor de drogas, a América Latina. Um gesto com os olhos voltados para o Norte, o hemisfério consumidor por excelência. Nos Estados Unidos, ainda se encarceram usuários na maioria dos Estados, e a Europa faz vista grossa ao consumo, mas não muda sua legislação. A comissão latino-americana acha “imperativo retificar a estratégia de guerra às drogas dos últimos 30 anos”. Nosso continente continua sendo o maior exportador mundial de cocaína e maconha, mas produz cada vez mais ópio e heroína e debuta na produção de drogas sintéticas. Um maior realismo no combate às drogas, sem preconceito ou visões ideológicas, ajudaria a reduzir danos às pessoas, sociedades e instituições.
    Há quem discorde dessa visão, com base em argumentos também poderosos. Com a liberação do consumo da maconha, mais gente experimentaria a droga. Isso aumentaria o número de dependentes e mais gente sofreria de psicoses, esquizofrenia e dos males associados a ela. Mais gente morreria vítima desses males. “Como a maconha faz mal para os pulmões, acarreta problemas de memória e, em alguns casos, leva à dependência, não deve ser legalizada”, afirma Elisaldo Carlini, médico psicofarmacologista que trabalha no Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas (Cebrid). “Legalizá-la significaria torná-la disponível e sujeita a campanhas de publicidade que estimulariam seu consumo”. ai se caso estes intelectuais defendem no minimo se entende que vai ser encontrada a maconha em qualquer comercio o que implica que os legisladores irá fazer uma lei que defenda o usuario e que quando ele comprar a maconha de má qualidade vai peocessar o comercio por (DANOS MORAIS E MATERIAIS) JÁ PENÇOU UM MAGISTRADO TER QUE DEFENDER ESTA PIADA?

  • Daniel Brazil 01/03/2009 at 15:42

    Caramba, Sérgio, poucas vezes você atraiu tamanha quantidade de energúmenos para o Todoprosa. Neguinho defendendo a ditadura é o que há de brega!
    Um brande números, como se uma ditadura matar 10 mil ou 100 mil fizesse diferença. Outra diz que “nunca ouviu falar da Folha aliar-se à ditadura”, ou seja, exibe a própria ignorância como argumento. Outro fala que ditadura é aquela exercida só por um indivíduo. E sicrano diz que não conhece general corrupto! Devo enviar uma lista? O tempora, o mores!
    Perfeito o teu comentário. Perfeita a citação do Houaiss. Quem não gostou, deveria estudar um pouquinho…

  • Eric Novello 02/03/2009 at 10:20

    É como diz a Miriam Leitão. A ditadura nem é passado ainda. Os militares acham que fizeram um grande negócio, se orgulham do que deveriam ter vergonha. Defendem a atitude… é fueda. Tem que ser muito alienado para preferir a ditadura.

    Só um adento piadístico:
    Pelo menos até Júlio César, o último dos ditadores, manobrar como um Hugo Chávez da Antiguidade e se perpetuar no posto até morrer… assassinado >:) Abss!

  • Rafael 02/03/2009 at 11:47

    Sérgio, é odiosa a censura ideológica; mas (permita-me fazer uma sugestão) bem que você poderia instituir a censura gramatical: aquele que enfiasse a vírgula no lugar errado, aquele que discordasse o sujeito de seu predicado, aquele que escrevesse “regime de excessão”, seriam todos sumariamente degredados para o país do Olvido.

    Com essa medida, simples, científica e higiênica, tenho certeza que seu blog seria purgado de tantos comentários cretinos à direita e à esquerda.

  • Chico 02/03/2009 at 17:58

    Reduzir a palavra a uma questao hermeneutica eh uma irresponsabilidade. Cretino eh discuti-la nesses termos. Mas sejamos parnasianos…aplaudamos a pacovia deste “A palavra eh…”

  • Sérgio Rodrigues 02/03/2009 at 18:43

    Chico: todas as opiniões têm livre trânsito aqui, inclusive, ao contrário do que sugere de forma brincalhona o Rafael, as mal escritas. Só me ocorre observar que a cretinice suprema é ler uma seção de hermenêutica e sair reclamando que ela contenha… hermenêutica!

  • Mr. WRITER 03/03/2009 at 17:13

    O maior combustível de qualquer ditadura é a burrice desse troço que muitos chama de “povo”…

    Esses estúpidos que se orgulham de assim o ser e que acham que todos devem assim o ser também…

    Hoje todo e qualquer ser humano está sob o julgo da imbecilidade alheia… sob o julgo das chamadas minorias que, pasmem, são a maioria…

    Quem tenta sobressair aos que caminham nessa fila, os que estão à margem desse mar de sonâmbulos estúpidos e logo taxado de elitista, de racista, de preconceituoso e de todo tipo de coisa… e dopois preconceituoso é o outro.

    A ditadura imperante hoje é a dos burros, ignorantes, imbecis e idiotas… Basta dar meia volta em uns 6 ou sete sítios na net e comprovar isso com olhos nus…

    Basta ver que tem gente aqui que não lê um livro sequer e se orgulha disso, que critica um site de e para literatura apenas porque é de, adivinha, literatura.

    E por fim, é triste constatar que em pleno século XXI ainda há quem ache que existe diferenças entre partidos de “direita” e partidos de “esquerda”… Isso sim é uma grande imbecilidade, pois são todos identicos, salvo a cambada de idiotas que neles acreditam… Disputam o posto de campeões de imbecilidade os que acreditam na “direita” e os que acreditam na “esquerda”.

    Lamentável.

    Valeu Sérgio.

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