Escritores de internet

03/12/2009

6 Comments

  • Tibor Moricz 03/12/2009 at 18:00

    Sergio, o segundo link está remetendo pra essa página mesmo.

  • Tibor Moricz 03/12/2009 at 18:01

    Esquece a bobeada…rsrs

  • C. S. Soares 03/12/2009 at 18:10

    Oi Sérgio: aqui (basta rolar a página e instalar o plugin) os manuscritos de Memorial de Aires e Esaú e Jacó.

  • Wladimir Saldanha 03/12/2009 at 21:44

    Sérgio, o site é lindo, mas, ou entendi mal, ou só estão disponíveis os manuscritos de obras póstumas… É isso mesmo? Acho que entendi que “uma prática da época aconselhava queimar os manuscritos depois da impressão”. Será verdade? Nunca ouvi falar disso… Ou será que meu francês é que devia ir para a fogueira?

    • Sérgio Rodrigues 04/12/2009 at 15:46

      Não é bem isso, Wladimir. Sobreviveram manuscritos de obras importantes publicadas também. O site informa que os de “O vermelho e o negro” e “A Cartuxa de Parma” foram destruídos após a publicação, conforme era costume na época – mas isso não era obrigatório, como se vê, nem exclusivo do século 19. García Márquez também destruiu todos os rascunhos de “Cem anos de solidão”.

  • C. S. Soares 04/12/2009 at 20:24

    Vladimir Nabokov tb tinha por prática (‘como todo autor profissional’, segundo suas próprias palavras) destruir os manuscritos após a publicação. Poucos sobreviveram à putativa fogueira. Aproveito para lembrar que alguns manuscritos de Poe e Joyce tb podem ser encontrados na web.

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