Nelson: cem anos de um mestre do diálogo brasileiro

22/08/2012

9 Comments

  • J.Paulo 22/08/2012 at 15:02

    Brilhante texto, Sérgio, brilhante! Eu sei mais ou menos como é gostoso esse sentimento de “reconhecer publicamente uma dívida pessoal” para com um escritor de quem tiramos grandes lições. Assim como você, sempre achei Nelson um escritor essencial pra quem almeja escrever em português com uma “brasilidade verossímil”. Fazia tempo que não imprimia um texto da internet…

  • Tibor Moricz 22/08/2012 at 15:13

    Escreve um livro de auto-ajuda para escritores. Enumere as técnicas, todas elas. Em tópicos que é mais fácil de acompanhar. Dicas. Muitas delas. Ia ser bom. Ia, sim.

  • josé marins 22/08/2012 at 16:21

    Parabéns por buscar no grande autor algo a destacar, essa segunda leitura, a do aprendizado, a nos enriquecer a arte do leitor. (Também gostei do que disse Simone Magno, ao lembrar dos dramas vividos pelo Nelson, maiores que os de seus personagens.)Abraço grande, jm

    • sergiorodrigues 22/08/2012 at 16:51

      Caros JM e JP, obrigado. Acho que a leitura atenta do Nelson pode abrir caminhos interessantes para muita gente.

      Tibor, meu velho, pode zoar à vontade que eu não vou chorar lágrimas de esguicho. Sua antiguidade aqui no Todoprosa permite certas liberdades.

      Abraços a todos.

  • Ernani Ssó 23/08/2012 at 07:50

    É isso aí, Sérgio. Também estou com Nelson e não abro. Não sabia que o Scliar tinha dito aquela besteira. Carol Bensimon disse exatamente a mesma coisas esses tempos num texto no Blog da Companhia.

    • sergiorodrigues 23/08/2012 at 13:43

      Salve, Ernani, contente de saber que você reforça o time. Pois é, o Scliar mandou mal. Não vi esse artigo de Carol Bensimon, mas desconfio que dar pouca importância ao diálogo seja praticamente um traço de geração. O que significa dizer que daqui a pouco o jogo vira de novo. Abraços.

  • Claudio Faria 23/08/2012 at 14:06

    Excelente post. Pensei em enumerar tudo o que gostei nele e percebi que teria que mencioná-lo todo. Então, só agradeço.
    E o Nelson… Bem, admito que comecei a conhecê-lo através da estupenda biografia do Ruy Castro; depois, li de um folêgo só várias obras dele. É viciante e inigualável. Como faz falta um Nelson Rodrigues hoje em dia! Hoje, com rara exceções, só vemos pastiches.

  • Tibor Moricz 23/08/2012 at 17:28

    Oras… eu não tava zoando, não. O conselho é autêntico.

  • mdv 23/08/2012 at 20:31

    Não acho impossível que o Scliar disse aquilo como uma forma de crítica ao baixo nível da maior parte de diálogos que estava lendo naquele momento.

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