Seu bolso

11/09/2008

O conto A fruta por dentro, inédito em livro, que publiquei na “piauí” deste mês, está com acesso livre no site da revista.

12 Comments

  • Saint-Clair Stockler 11/09/2008 at 12:18

    Oba! Só assim leio ele…

    Meu bolso agradece!

  • Hélio Jorge Cordeiro 11/09/2008 at 15:41

    Claro, vou aproveitar que estou em sampa e comprar a piauí, que é um grande revista e ler o seu conto. Falando em conto, aproveito para avisá-lo, Sérgio, que estou com uns continhos no meu blog e aguardo umas críticas suas, mesmo que sejam pra defenestrar o cidadão aqui! Rss.

  • Raul 11/09/2008 at 15:41

    Idem.

  • Raul 11/09/2008 at 15:43

    Idem para o comentário do Saint-Clair.

    Ô mania de abrir a janela de comentário, ir fazer outra coisa e depois de um tempo voltar e comentar sem atualizar.

  • A. Zarfeg 11/09/2008 at 16:42

    A fruta pode até não ter sido bem colhida (também pudera: o que mesmo esperar de um Bentinho?), mas o conto conseguiu cumprir todas as etapas de uma grande história curta: o enredo bem construído, as referências intertextuais, o equilíbrio dos elementos narrativos. Enfim, um conto denso, humano, machadiano… Parabéns, Sérgio!

  • A. Zarfeg 11/09/2008 at 16:59

    E digo mais: se o conto foi um mimo ao centenário da morte do Bruxo do Cosme Velho, o autor acertou em cheio. Ficou irresistível. Com a palavra, Sérgio Rodrigues…

  • Luís Nascimento 11/09/2008 at 17:42

    Me lembrou o “Na Praia”, se bem que acabei de ler a novela do Ian McEwan, e é meio óbvio que eu iria lembrar dela lendo um texto sobre uma noite de núpcias… Teve alguma influência aí ou é viagem minha?

  • Luís Nascimento 11/09/2008 at 17:54

    Ops… Consegui a proeza de ler só a primeira página e achar que o conto tinha terminado. Um “Na Praia” em que os noivinhos conseguiram se resolver, pensei, me achando inteligência à beça. Depois descobri que tinha outra página (dããã), e vi que o conto é bem mais que isso. Me desculpe, e desconsidere meu comentário anterior, por favor.

  • Sérgio Rodrigues 11/09/2008 at 18:38

    Luis, quando escrevi o conto o livro do McEwan não existia, mas entendo que você tenha se lembrado dele.

    Zarfeg, obrigado. A palavra mimo não é a que eu escolheria, mas a publicação do conto agora tem a ver, sim, com o ano Machado.

    Abraços.

  • Bruno M. Oliveira 12/09/2008 at 00:47

    Agora é tarde, meu caro Sérgio! Já comprei a revista e devorei o conto e tudo o resto.

    E não me arrependo!

    Abraço.

  • joao gomes 12/09/2008 at 10:17

    Como diria Nareba: obra magistral! Em meio ao banho-maria-mole dos escaninhos da floresta de blogs de gente que ainda nao domina sua gramatica e suas desordens sinapticas e psicáticas da aborrescência.

    Rara obra que tem intrínsecamente os gérmens da permanência e aura de veneralidade.

    O tubo de gás será reparado “a toque de caixa”. E os Hermanos bolivares cumprirao religiosamente o contrato, para a alegria dos taxistas e industriais do sul maravilha.

  • Everton Lodetti de Oliveira 12/09/2008 at 11:07

    Gostei muito. Criativo e surpreendente. Além de captar de um outro ângulo a narrativa machadiana.

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