Sinais dos tempos

09/09/2008

19 Comments

  • GILBERTO MSALVIO 09/09/2008 at 12:07

    rEALMENTE EU TINHA DE VIVER ESSE MOMENTO LINDO.
    A televisão depois de 58 anos, completa este mes dia 18/09/1950, eu esteva lá. Esta reprisando o que fizemos na decada de 50 é a mesma coisa que repitir o velho acetato lado um faixa 1. Que falta de imaginação o Brasil é um pais, um dia Nação, totalmente inspirador o que falta é ousadia da Emissoaras a investir no NOVO de fato não esse falso novas só na roupagem tem que ser NOVO na sua essência. Muito obrigado Vida por testemunhar tal fato; falta de Imaginação!

  • Rafael 09/09/2008 at 12:16

    Às vezes me pergunto se não seria melhor submeter os pretendentes à função de comentarista a um exame psicotécnico prévio…

  • Hélio Jorge Cordeiro 09/09/2008 at 12:25

    É, realmente, as coisas estão mesmo mudando, meu caro Sérgio, incluisive, esse locutor que vos fala, comentar alguma coisa em público.

  • Outro Paulo 09/09/2008 at 12:51

    Tenho medo de adaptações do Machado para a TV. Sempre penso que correm o risco de ficarem parecidas com episódios de novela das 6hs. Espero estar enganado… bom, de qualquer forma, ponto pra Record pela iniciativa.

  • Mr. WRITER 09/09/2008 at 12:57

    Nessas situações é melhor calar…
    Sei não, só não digo que só acredito vendo porque não quero ver nada disso não.

    Vá lá que os mais puros de coração e cheios de boas intensões podem dizer que a iniciativa de Record seja a de levar tais obras para mais próximo do público coisa e tal, mas ainda acho isso grande, um gigantesco tiro pela culatra…

    Ainda prefiro os livros, até porque ver TV tem sido uma imensa tortura…

  • Luiz Mozzambani Neto 09/09/2008 at 13:35

    Não demora teremos Machado ou Rosa na telinha dos celulares… Questão de tempo, e de acesso!

    Mozzambani

  • Fabio Negro 09/09/2008 at 14:34

    Tempos de merda!
    (pq Graciliano Ramos tem muito mais a ver com televisão!)

  • Isabel Pinheiro 09/09/2008 at 15:19

    Sei não se andei distraída, mas até agora o currículo da Palin só desabona, né? Quanto ao Rushdie, Sérgio, você acha muito estranho ele ter ficado de fora da short list, já que ele não ganhou o Booker dos Bookers pelo livro que poderia ser indicado esse ano? Abraço

  • Sérgio Rodrigues 09/09/2008 at 15:25

    Isabel, não sei se entendi bem a pergunta, mas o cara era um freqüentador assíduo dos Bookers, só isso. A imprensa inglesa está bem chocada que dessa vez ele não esteja nem na short list. Aqui entre nós, acho ótimo que o prêmio esteja dando uma arejada. (Mas o tal thriller que comentei aqui outro dia também já dançou.)

  • Marina Gama 09/09/2008 at 15:53

    Olá Sérgio,

    Meu nome é Marina, sou estudante de jornalismo da Facamp (Campinas-SP). Tudo bom?

    Estou fazendo meu Trabalho de Conclusão de Curso e grande parte dele trata do jornalismo nos anos 80: as mudaças, o jornalismo no Rio e em São Paulo, os cadernos culturais etc.

    Gostaria de saber se poderíamos conversar a respeito do assunto, pois você vivenciou as mudanças que ocorreram na imprensa brasileira.
    Estarei na próxima semana no Rio de Janeiro.
    Poderíamos marcar uma entrevista em local e horário convenientes a você, se possível, na próxima semana?

    Espero que você leia esse comentário, pois não consegui contato seu a não ser o blog para lhe pedir uma entrevista.

    Meu e-mail é gama_marina@hotmail.com.

    Agradeço desde já e aguardo seu contato.
    Abraço,

    Marina

  • Fernando Torres 09/09/2008 at 16:35

    Gabriel, o Pensador, ganhou um Jabuti…

  • Mila 09/09/2008 at 21:12

    Vixe, meu gato Sérgio!
    Além de ser um ser charmoso, sabes prever o futuro!?!?!
    Não sou Clarice Lispector mas, doravante, tu vai ser tratado só com leitinho no pires!

  • Isabel Pinheiro 09/09/2008 at 22:57

    É, eu formulei mal a pergunta. E mesmo assim você entendeu. :-) O argumento do juiz-mor faz sentido (e a foto do Guardian tá sensacional). Mas eu preciso largar o preconceito e ler o cara um dia desses… Na falta do thriller, e baseada unicamente na sonoridade dos nomes, já que não conheço nenhum dos seis livros ou autores, vou torcer pro Aravind Adiga. Um abraço

  • Pablo 10/09/2008 at 02:32

    Record adaptando Machado e Guimarães? É, o fim está próximo…

    Abraço,

    Pablo
    http://cadeorevisor.wordpress.com

  • Pingüim 11/09/2008 at 00:40

    Como ficará a Record adaptando a “Missa do Galo”? E a “Igreja do Diabo”? E o “Corpo Fechado”? Serão tratados como autores universais ou da Universal? fala que eu escuto…

  • Hefestus 11/09/2008 at 04:52

    Isabel, dos autores nomeados, o único do qual já li alguma coisa é o Amitav Ghosh, que teve um épico de 600 páginas chamado O Palácio de Espelho lançado aqui pelo selo Alfaguara da Objetiva há uns dois anos. Particularmente gostei do livro, mas confesso que não o incluiria numa lista de obras-primas. Abraço.

  • Andre Araujo 11/09/2008 at 13:48

    Vou ter que dizer que por muita sorte, acabei lendo o Amitav Ghosh, o Palácio de Espelho. Achei muito bom, mesmo não sendo uma obra prima, e creio que o autor tem talento para constar de qualquer lista.

  • Gabriel Trigueiro 11/09/2008 at 14:29

    Sérgio, sobre a (falsa) questão da proibição de livros, dê uma olhada neste link:

    http://www.newsweek.com/id/157986/output/print

    Abraços.

  • Sérgio Rodrigues 11/09/2008 at 15:54

    Trigueiro, não há dúvida de que os bibliotecários que eu linko aqui estão em campanha mesmo, maquiando um pouco os fatos (com batom?). Resta o fato, este não desmentido, de que a dona Palin consultou informalmente a chefona das bibliotecas do Alasca (ou coisa parecida, desculpe estar sem paciência para checar) sobre como ela encararia um banimento de certos títulos. Até a New Yorker publicou isso. Por isso eu digo apenas que ela “andou flertando”. Resultado: a mulher respondeu que banir livros era inadmissível e o assunto morreu. De qualquer maneira, acho que já é bem cheesy desse jeito.

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